Agente de segurança é preso suspeito de estuprar criança de 12 anos em Coruripe

Criança de 12 anos foi vítima de abuso sexual, fotografada nua e estuprada; apresentava automutilação como resposta ao trauma.
A criança foi vista se cortando com uma lâmina de barbear
Sinal de trauma que levou a escola a convocar a família e revelou o abuso.
Mark

Como a polícia chegou até esse suspeito? A denúncia veio da escola?

Mimi

Não exatamente. A diretora notou mudanças no comportamento da criança — automutilação — e chamou a família. Quando conversaram com ela, a menina contou tudo.

Luke

E isso foi em maio? A prisão só aconteceu em julho. Quanto tempo levou entre a revelação e a ação policial?

Mark

A criança disse que ele a seguia no caminho para a escola. Como ninguém percebeu isso antes?

Mimi

Ele era próximo à família, segundo o relato. Isso pode ter criado uma falsa sensação de confiança. Oferecia carona, o que parecia normal.

Luke

Mas há quanto tempo isso acontecia? O relato não deixa claro se foram semanas ou meses de abordagens.

Mark

Ele trabalhava em dois lugares. Como alguém com acesso a armas consegue fazer isso?

Mimi

Trabalhava como agente socioeducativo durante o dia, em uma unidade de internação, e como segurança privada no hospital nos períodos de folga.

Luke

Isso levanta questões sobre verificação de antecedentes e supervisão. Mas o relato não diz se havia qualquer sinal anterior que tivesse sido ignorado.

Mark

O que a polícia encontrou na casa dele?

Mimi

Celular e notebook. Estão sendo analisados pela perícia em Maceió.

Luke

Sabemos se encontraram as fotos que ele tirou? Ou qualquer outra evidência física?

Mark

Ele confessou?

Mimi

Não. Negou ser o autor.

Luke

Então tudo depende do que encontrarem nos aparelhos e do depoimento da vítima. A perícia vai ser crucial.

  • Uma menina de 12 anos foi abordada no trajeto para a escola por um homem de confiança da família, fotografada nua e, dias depois, estuprada dentro de um carro.
  • O sofrimento silencioso da vítima se manifestou em automutilação — foram as marcas no próprio corpo que alertaram a diretora da escola e desencadearam a revelação do abuso.
  • O suspeito ocupava simultaneamente dois cargos ligados à segurança pública e privada, com acesso legal a armas de fogo, o que amplia a gravidade institucional do caso.
  • Policiais civis do NIESP o localizaram e prenderam no próprio hospital onde trabalhava; celular e notebook foram apreendidos em busca de evidências digitais.
  • O homem nega o crime e aguarda audiência de custódia na Delegacia Regional de Penedo, enquanto a perícia criminal analisa os aparelhos apreendidos.

Em Coruripe, litoral sul de Alagoas, um homem de 27 anos que carregava a confiança de dois empregos ligados à segurança e à proteção foi preso suspeito de ter violado uma criança de 12 anos no caminho que ela percorria rumo à escola. O caso só veio à luz porque o corpo da menina falou antes das palavras — marcas de automutilação alertaram educadores, que convocaram a família, que ouviu o que a criança finalmente pôde dizer. A investigação segue, com os vestígios digitais do suspeito sob análise pericial, enquanto a sociedade é novamente confrontada com a brutalidade que pode se esconder sob uniformes de autoridade.

Um agente de segurança de 27 anos foi preso na quarta-feira, 24 de julho, suspeito de estuprar uma menina de 12 anos em Coruripe, no litoral sul de Alagoas. A prisão foi realizada por policiais civis do NIESP, Núcleo de Investigação Especial da Delegacia Geral.

O caso começou a emergir em maio, quando a diretora da escola da menina convocou sua família após perceber uma mudança brusca de comportamento. A criança havia sido vista se cortando com uma lâmina de barbear. Ao ser ouvida, revelou que o suspeito — próximo à família — a seguia regularmente no caminho para a escola. Em um primeiro momento, ele ofereceu carona, forçou-a a tirar a roupa e a fotografou. Dias depois, no mesmo trajeto, a obrigou a entrar no veículo e a estuprou. A vítima foi submetida a exame no IML de Maceió e recebeu atendimento médico.

O suspeito acumulava dois empregos com acesso a armas de fogo: atuava como agente de medida socioeducativa em uma unidade de internação masculina na capital e, nas folgas, trabalhava como segurança privada no Hospital Carvalho Beltrão, em Coruripe — exatamente onde foi encontrado e detido. Sua residência foi revistada e um notebook apreendido, junto ao celular recolhido no momento da prisão. Ambos os dispositivos serão analisados pela Perícia Criminal em Maceió.

O homem negou ser o autor do crime e foi encaminhado à Delegacia Regional de Penedo, onde aguarda audiência de custódia. A investigação prossegue com os aparelhos eletrônicos como peças centrais na busca por evidências.

Um homem de 27 anos que trabalhava como agente de segurança foi preso na quarta-feira, 24 de julho, suspeito de estuprar uma criança de 12 anos em Coruripe, município no litoral sul de Alagoas. A prisão foi conduzida por policiais civis do NIESP, o Núcleo de Investigação Especial da Delegacia Geral.

O caso começou a vir à tona quando a diretora da escola onde a menina estudava convocou seus familiares em maio. A criança havia apresentado uma mudança abrupta de comportamento — ela foi vista se cortando com uma lâmina de barbear, sinal claro de sofrimento psicológico. Quando conversaram com ela, a menina revelou que o suspeito era próximo à família e que a seguia regularmente no trajeto para a escola.

Segundo o relato da polícia, o homem ofereceu carona à criança em um primeiro encontro. Naquela ocasião, forçou-a a remover a roupa e a fotografou nua. Dias depois, no mesmo percurso, ele a obrigou a entrar no carro e a estuprou. A vítima foi levada ao Instituto Médico Legal de Maceió para exame e também recebeu atendimento em uma unidade de saúde.

O suspeito tinha acesso a armas de fogo em dois empregos simultâneos. Trabalhava como agente de medida socioeducativa, contratado pela Secretaria de Ressocialização, atuando na Unidade de Internação Masculina na capital. Nos períodos de folga, exercia a função de agente de segurança privada no Hospital Carvalho Beltrão, em Coruripe — exatamente o local onde foi localizado e preso.

Os policiais civis o encontraram no hospital, apreenderam seu aparelho celular e o levaram inicialmente para sua residência. A casa foi revistada e um notebook também foi apreendido. Ambos os aparelhos serão encaminhados para análise da Perícia Criminal em Maceió, onde técnicos buscarão evidências digitais que possam corroborar as acusações.

O suspeito negou ser o autor do estupro. Ele foi então conduzido para a Delegacia Regional de Penedo, onde aguarda a realização de uma audiência de custódia. O caso permanece sob investigação, com os aparelhos eletrônicos apreendidos como peças fundamentais para o prosseguimento das apurações.

A criança revelou que o suspeito era próximo à família e que a seguia no trajeto para a escola
— Polícia Civil
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