O Brasil carrega juros reais de 7,8% ao ano em plena normalidade econômica — um fardo que historicamente só aparece em momentos de crise aguda. Esse custo do dinheiro corrói a sustentabilidade da dívida pública, desestimula o investimento produtivo e aprisiona o país num círculo vicioso que nenhuma autoridade monetária, sozinha, consegue romper. A saída exige escolhas políticas difíceis: cortar gastos, revisar subsídios ao crédito e responder, com clareza, às perguntas que os candidatos de 2026 ainda evitam.