Em um momento em que o Brasil navega um ciclo delicado de afrouxamento monetário, a semana de 21 a 25 de setembro oferece ao mercado um conjunto raro de instrumentos de leitura: a ata do Copom, o Relatório de Política Monetária e o IPCA-15 chegam em sequência, como capítulos de uma mesma narrativa sobre o custo do dinheiro e o peso dos preços. O Banco Central, que recentemente reduziu os juros a 13,75% ao ano, precisará explicar sua lógica e projetar o horizonte até 2028 — enquanto famílias e investidores aguardam saber se a inflação cooperará com o caminho escolhido.