Advogado preso por matar médica deixa filho de 8 meses sozinho em apartamento

Médica Gassi Mazia, 37 anos, foi assassinada; bebê de 8 meses deixado sozinho no apartamento do crime por horas.
Deixou o filho de oito meses sozinho no apartamento onde estava o corpo
O advogado saiu do local após o crime, deixando a criança sem supervisão até ser encontrada por um familiar.
Mark

Como uma criança de oito meses conseguiu sobreviver sozinha em um apartamento com o corpo da mãe?

Mimi

O bebê foi encontrado porque um familiar de Gassi ouviu o choro do lado de fora. Não sabemos exatamente quanto tempo passou, mas a criança não estava ferida quando foi encontrada.

Luke

Isso é importante: não temos informação sobre a duração. Pode ter sido uma hora, pode ter sido mais. A polícia não divulgou esse detalhe.

Mark

E o suspeito — por que ele confessou tão rapidamente?

Mimi

Ele foi encontrado ferido em Mandaguari, já com machucados no pescoço. Quando a polícia chegou, ele estava no carro. Confessou para uma familiar que estava lá, dizendo que havia sufocado Gassi.

Luke

Mas ele confessou à familiar, não necessariamente à polícia. Há uma diferença. O que a polícia registrou foi o relato da familiar sobre o que ele disse.

Mark

Qual era a relação entre eles? Havia sinais de que algo estava errado?

Mimi

Não há informações sobre isso na investigação até agora. Eles eram um casal que morava junto, ambos servidores públicos — ela médica, ele advogado.

Luke

Exatamente. Não sabemos nada sobre o relacionamento, se havia histórico de violência, nada. Isso ainda está em aberto.

Mark

E agora, o que acontece com a criança?

Mimi

O bebê foi entregue aos cuidados da família. Não há informações sobre o que vem a seguir em termos de guarda ou bem-estar.

Luke

Esse é o vazio real da história. Sabemos o que aconteceu naquela noite, mas não sabemos como essa criança será cuidada daqui para frente.

  • Uma médica foi esfaqueada pelo marido dentro do próprio apartamento em Maringá, enquanto o filho de oito meses permanecia sozinho no local por tempo indeterminado.
  • Um familiar, alertado sobre o crime, chegou ao apartamento e ouviu o choro do bebê do lado de fora — ao arrombar a porta, encontrou Gassi Mazia sem vida e três facas próximas ao corpo.
  • O suspeito fugiu para a cidade vizinha de Mandaguari, onde chegou ferido no pescoço e confessou o crime a uma familiar, que acionou a Polícia Militar.
  • João Vitor Domingues Romeiro foi preso em flagrante por feminicídio, internado sob escolta policial, e exonerado do cargo de assessor jurídico da Procuradoria-Geral de Marialva ainda na madrugada do domingo.
  • O município de Sarandi, onde Gassi trabalhava na UBS Nova Aliança, emitiu nota de pesar e repúdio à violência contra mulheres, enquanto o bebê foi entregue aos cuidados da família.

Na noite de um sábado de setembro, em Maringá, uma médica de 37 anos foi assassinada pelo próprio marido dentro do lar que compartilhavam com um filho de apenas oito meses. O crime revela, mais uma vez, que a violência doméstica não respeita profissões, títulos nem aparências de normalidade — e que suas vítimas mais silenciosas são, muitas vezes, aquelas que ainda não têm palavras para nomear o que viveram.

Na noite de sábado, 5 de setembro, Gassi Mazia, médica de 37 anos que atendia na Unidade Básica de Saúde Nova Aliança em Sarandi, foi assassinada dentro do apartamento onde morava com o marido em Maringá, no norte do Paraná. Seu corpo foi encontrado com sinais de esfaqueamento e três facas próximas. Depois do crime, o marido deixou o imóvel — e deixou para trás o filho do casal, um bebê de oito meses.

Foi um familiar de Gassi quem chegou primeiro ao apartamento, após ser comunicado sobre o assassinato. Do lado de fora da porta fechada, ouviu o choro da criança. Ao arrombar a entrada, encontrou a médica já sem vida. O Samu confirmou o óbito no local. Não se sabe por quanto tempo o bebê ficou sozinho antes de ser encontrado.

O marido, João Vitor Domingues Romeiro, 25 anos, dirigiu-se a Mandaguari, cidade a 32 quilômetros de Maringá, onde apareceu ferido no pescoço no pátio da casa de uma familiar. Ela acionou a Polícia Militar, que o encontrou ainda dentro do carro. Em depoimento, a familiar relatou que João confessou ter matado Gassi, dizendo tê-la sufocado — sem dar mais detalhes sobre o crime.

João foi conduzido à delegacia, preso em flagrante por feminicídio e internado sob escolta para tratar os ferimentos. Ele atuava como assessor jurídico da Procuradoria-Geral de Marialva e foi exonerado do cargo ainda na madrugada de domingo. O município de Sarandi emitiu nota de pesar pela morte da servidora e manifestou repúdio a toda forma de violência contra mulheres. A defesa do suspeito não havia sido identificada até o momento da publicação.

Um advogado de 25 anos foi preso na madrugada de domingo após confessar ter matado a esposa, uma médica de 37 anos, no apartamento onde moravam em Maringá, no norte do Paraná. O crime ocorreu na noite de sábado, 5 de setembro. Depois de deixar o corpo no imóvel, ele saiu do local sozinho, deixando para trás um filho de oito meses.

Gassi Mazia, a vítima, trabalhava como médica na Unidade Básica de Saúde Nova Aliança, em Sarandi, a sete quilômetros de Maringá. Seu corpo foi encontrado com sinais de esfaqueamento. Um familiar dela, após ser comunicado sobre o assassinato, dirigiu-se ao apartamento e ouviu a criança chorando do lado de fora. Ao arrombar a porta, encontrou Gassi já sem vida, com três facas próximas ao corpo. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência confirmou o óbito no local. Não há informações sobre quanto tempo o bebê permaneceu sozinho no apartamento antes de ser encontrado.

João Vitor Domingues Romeiro, o suspeito, dirigiu-se a Mandaguari, uma cidade vizinha a 32 quilômetros de distância, onde se apresentou no pátio da casa de uma familiar. Ele chegava com ferimentos visíveis no pescoço. Moradores acionaram a Polícia Militar, que o encontrou ainda dentro do carro. Em depoimento aos policiais, a familiar relatou que João confessou ter matado Gassi, afirmando que a havia sufocado. Ele não forneceu detalhes adicionais sobre as circunstâncias do crime.

Os policiais militares conduziram João à delegacia, onde recebeu voz de prisão em flagrante pelo crime de feminicídio. Ele foi internado em um hospital sob escolta policial para tratamento dos ferimentos. Quando a Polícia Militar chegou ao local do crime em Maringá, o Samu já estava presente e o bebê havia sido entregue aos cuidados da família.

João Romeiro atuava como assessor jurídico da Procuradoria-Geral de Marialva, a 17 quilômetros de Maringá. Na madrugada de domingo, ele foi exonerado do cargo. Gassi também era servidora pública, e o município de Sarandi emitiu uma nota de pesar pela morte da profissional, manifestando repúdio a toda forma de violência contra mulheres. A defesa do suspeito ainda não havia sido identificada no momento da publicação.

Confessou para uma familiar que havia sufocado a esposa e a matado, sem fornecer detalhes adicionais sobre o crime
— Relato da Polícia Militar sobre o depoimento do suspeito
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