Um ano depois de chegar ao iPhone, o Adobe Premiere aterra no Android com inteligência artificial integrada — um movimento que reflete a crescente centralidade do telemóvel como estúdio de criação. A Adobe entra num mercado já habitado por ferramentas consolidadas, apostando na profundidade técnica e na IA generativa como argumentos de distinção. A questão que persiste não é apenas de funcionalidades, mas de hábitos: convencer criadores a abandonar o familiar é sempre o desafio mais silencioso.