No coração de São Paulo, uma estrutura financeira que prometia prosperidade a centenas de investidores começa a revelar sua arquitetura de ilusões: a administradora judicial da Fictor pediu ao tribunal o afastamento do fundador Rafael Góis e de cinco diretores, apontando paralisia operacional, circulação circular de recursos e indícios de pirâmide financeira. O caso, que envolve cerca de três bilhões de reais captados sem lastro real e uma investigação federal por lavagem de capitais, coloca em questão não apenas a governança de uma empresa, mas a responsabilidade de quem detém o poder sobre o
Administradora judicial da Fictor pede afastamento de fundador e diretores
Centenas de investidores foram prejudicados pela estrutura de pirâmide financeira que capturou bilhões em recursos sem geração real de valor operacional.