Acompanhe ao vivo a apuração para governador de Minas Gerais nas Eleições 2026

Onze candidatos disputavam o governo em uma noite que poderia exigir segundo turno
Minas Gerais tinha uma disputa acirrada no primeiro turno das Eleições 2026, com possibilidade de continuação em outubro.
Mark

Por que O GLOBO oferece essa cobertura em tempo real? Qual é o valor para o leitor?

Mimi

Quando os votos começam a ser contados, as pessoas querem saber o que está acontecendo agora, não amanhã. Ter os números atualizados simultaneamente com o TSE significa que o leitor vê a mesma informação que qualquer outro, mas com ferramentas para entender o que aqueles números significam — o mapa mostra onde cada candidato está ganhando, o total de urnas apuradas ajuda a calcular se ainda há chance de virada.

Luke

Mas isso é basicamente reproduzir o que o TSE já publica. Qual é a diferença real entre acompanhar no site do tribunal e acompanhar no GLOBO?

Mimi

A diferença é na apresentação e na navegação. O mapa de votação por município e zona eleitoral, o cálculo de chances baseado em urnas apuradas, a possibilidade de ver abstenção e votos nulos lado a lado — tudo isso ajuda o leitor a formar uma compreensão mais completa.

Mark

E quanto ao segundo turno? Como isso muda a dinâmica?

Mimi

Se ninguém tiver maioria absoluta, a disputa continua em 25 de outubro. Apenas governador e presidente podem ir para segundo turno. Então naquela noite, o leitor já sabe se a história termina ou se continua.

Luke

Onze candidatos é bastante. Como o leitor consegue acompanhar todos eles simultaneamente?

Mimi

O painel mostra o percentual de cada um. Alguns podem estar com números muito pequenos, mas todos estão ali. É transparência total.

Mark

E os dados sobre abstenção — por que isso importa?

Mimi

Porque abstenção, votos em branco e votos nulos contam uma história sobre o engajamento do eleitor. Se a abstenção é alta, significa que muita gente não compareceu. Isso pode mudar como interpretamos o resultado.

Luke

Mas a matéria não diz qual foi a abstenção real, certo? Ela só diz que os números seriam apresentados.

Mimi

Correto. A matéria é sobre como acompanhar, não sobre qual foi o resultado final. Ela foi publicada antes da votação terminar.

Mark

Então essa é uma matéria de instrução, não de resultado.

Mimi

Exatamente. É um guia para o leitor saber onde ir e o que procurar quando a apuração começar.

  • Onze candidatos de espectros políticos radicalmente distintos disputaram o governo do segundo estado mais populoso do Brasil, tornando improvável uma maioria absoluta no primeiro turno.
  • A partir das 17h, os números começaram a se mover em tempo real, criando uma tensão crescente à medida que urnas eram processadas e distâncias entre candidatos se estreitavam ou ampliavam.
  • O mapa municipal revelava não apenas quem liderava, mas onde cada candidato tinha raízes — expondo as fraturas regionais e identitárias de um estado continental.
  • A possibilidade de segundo turno em 25 de outubro mantinha a disputa em aberto, com os dois mais votados potencialmente precisando de mais três semanas para convencer Minas Gerais.
  • O painel do GLOBO integrava simultaneamente presidente, senadores e deputados, transformando a cobertura numa leitura completa do novo mapa político brasileiro.

No primeiro domingo de outubro de 2026, Minas Gerais abriu suas urnas para escolher entre onze candidatos ao governo estadual — uma das disputas mais simbólicas do país, num estado que historicamente funciona como termômetro do Brasil. O GLOBO acompanhou a apuração em tempo real, sincronizado ao TSE, oferecendo ao leitor não apenas números, mas a geografia viva de uma democracia em movimento. A pergunta que atravessou a noite era antiga e sempre urgente: haveria consenso suficiente para evitar um segundo turno, ou o estado precisaria de mais tempo para encontrar sua direção?

No domingo, 4 de outubro de 2026, Minas Gerais foi às urnas para escolher seu próximo governador. Às 17h, com o fechamento das seções em todo o país, O GLOBO passou a transmitir ao vivo a contagem dos votos, atualizando os dados em sincronia com o Tribunal Superior Eleitoral.

Onze candidatos disputavam o cargo — entre eles Alexandre Kalil pelo PDT, Cleitinho pelos Republicanos, Flávio Roscoe pelo PL, Gabriel Azevedo pelo MDB, Mateus Simões pelo PSD e Patrus Ananias pelo PT, além de outros seis nomes de partidos menores. O ambiente especial de apuração do jornal exibia percentual de votos, urnas contabilizadas, abstenções, votos em branco e nulos — tudo em tempo real.

Um dos recursos mais reveladores era o mapa de votação por município. Nas cidades com mais de 200 mil habitantes, era possível detalhar ainda mais, acompanhando o resultado por zona eleitoral. Esse mosaico permitia entender não apenas quem estava na frente, mas onde cada candidato concentrava sua força.

A questão central da noite era direta: algum candidato alcançaria maioria absoluta e encerraria a disputa ali mesmo? Caso contrário, os dois mais votados se reencontrariam em 25 de outubro. Senadores e deputados, ao contrário, seriam definidos naquele domingo. O GLOBO oferecia ainda o acompanhamento simultâneo da apuração presidencial e das demais disputas legislativas — um painel completo das Eleições 2026, com Minas Gerais como um de seus epicentros.

No domingo, 4 de outubro de 2026, Minas Gerais escolheu seu próximo governador. A partir das 17h, quando as urnas fecharam em todo o país, O GLOBO começou a transmitir ao vivo a contagem dos votos, atualizando os números simultaneamente com o Tribunal Superior Eleitoral. Era o primeiro turno de uma disputa que reunia onze candidatos — Alexandre Kalil pelo PDT, Ben Mendes pela Missão, Cleitinho pelos Republicanos, Flávio Roscoe pelo PL, Gabriel Azevedo pelo MDB, Henrique Áreas pelo PCO, Indira Xavier pela UP, Mateus Simões pelo PSD, Patrus Ananias pelo PT, Professor Túlio Lopes pelo PCB e Rafael Duda pelo PSTU.

O ambiente de apuração especial do jornal permitiu que os leitores acompanhassem não apenas o percentual de votos de cada candidato, mas também quantas urnas já tinham sido contabilizadas — informação crucial para calcular as chances reais de cada um conforme a noite avançava. Os números de abstenção, votos em branco e votos nulos também apareciam em tempo real no painel de acompanhamento.

Um dos recursos mais úteis era o mapa de votação, que mostrava município por município como a votação se desenrolava pelo estado. Nas capitais e cidades com mais de 200 mil habitantes, era possível descer ainda mais fundo, vendo o resultado por zona eleitoral. Esse mosaico de dados oferecia um panorama vivo de como Minas Gerais estava votando, permitindo que qualquer pessoa entendesse não apenas quem estava na frente, mas onde cada candidato tinha força.

A questão que pairava sobre a noite era simples mas consequente: alguém conquistaria maioria absoluta no primeiro turno? Se nenhum candidato alcançasse esse patamar, a disputa continuaria. O segundo turno estava marcado para 25 de outubro, reunindo os dois mais votados em uma nova rodada. Apenas dois dos cinco cargos em disputa — governador e presidente — poderiam chegar a essa segunda etapa. Senadores e deputados federais e estaduais seriam definidos naquele domingo mesmo.

O GLOBO oferecia também a possibilidade de acompanhar simultaneamente a apuração para presidente, senadores e deputados, todos com atualizações sincronizadas aos dados do TSE. Era um painel completo das Eleições 2026, com Minas Gerais como um dos focos principais. Enquanto a noite avançava e as urnas iam sendo processadas, o leitor podia ver em tempo real como o estado se posicionava não apenas para o governo estadual, mas para toda a estrutura política que seria eleita naquele momento.

O ambiente especial de apuração do GLOBO oferecia percentual de votos, total de urnas apuradas e mapa de votação para calcular as chances de cada candidato
— O GLOBO
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