Acompanhe a apuração das Eleições 2026 em tempo real com dados do TSE

Os números chegam, a geografia política se revela
O mapa interativo permite ao leitor ver não apenas o resultado nacional, mas como cada estado e município está votando enquanto a apuração acontece.
Mark

Por que o O GLOBO criou esse ambiente especial de apuração? Não era possível simplesmente acompanhar pelo site do TSE?

Mimi

O TSE publica os dados oficiais, mas o O GLOBO oferece uma camada de contexto. O mapa interativo permite ver não só o resultado nacional, mas como cada estado e município está votando. É uma forma de o leitor entender a geografia política do país enquanto os números chegam.

Luke

Mas qual é a diferença real entre os dados do O GLOBO e os dados do TSE? Vocês estão replicando a mesma informação ou adicionando análise?

Mimi

Estamos replicando e organizando. Os números são exatamente os mesmos — atualizamos simultaneamente ao TSE. A diferença é a visualização e a navegabilidade. O leitor consegue filtrar por estado, por município, por cargo.

Mark

E quanto aos deputados? O texto diz que o resultado final só sai depois do cálculo do coeficiente eleitoral. Como vocês lidam com isso em tempo real?

Luke

Essa é uma limitação real do sistema proporcional. Você pode saber quantos votos cada candidato recebeu, mas não sabe quem foi eleito até o coeficiente ser calculado. O GLOBO não consegue contornar isso.

Mimi

Exato. A gente deixa claro para o leitor que pode acompanhar a votação em tempo real, mas que a lista final de eleitos só sai depois. É importante não criar falsa expectativa.

Mark

Quantos candidatos estão concorrendo ao todo? O texto menciona 315 para senador, mas não dá o número total.

Luke

O texto não fornece esse número. Sabemos que há 13 candidatos à presidência, 315 ao Senado, mas para deputados federais e estaduais não há cifra. É uma lacuna na reportagem.

Mimi

Verdade. Seria útil ter uma dimensão do tamanho total da eleição, mas o foco aqui é mesmo na mecânica de como acompanhar, não em estatísticas gerais.

  • Às 17h em ponto, a apuração oficial do TSE começou a transformar votos em porcentagens, e o Brasil inteiro passou a observar os números mudarem em tempo real.
  • Treze candidatos disputavam a presidência, incluindo Lula pelo PT e Flávio Bolsonaro pelo PL, tornando a corrida presidencial a mais fragmentada e tensa do ciclo eleitoral.
  • Cinquenta e quatro vagas no Senado e centenas de candidatos a deputados criaram uma teia complexa de disputas simultâneas em todos os estados e no Distrito Federal.
  • O sistema proporcional para deputados impôs uma espera inevitável: sem o cálculo do coeficiente eleitoral, a lista final de eleitos permanecia em aberto mesmo com a apuração avançada.
  • O O GLOBO manteve sua plataforma sincronizada com o TSE, permitindo que leitores rastreassem candidatos por nome, estado e município enquanto os resultados chegavam.

No domingo de outubro de 2026, o Brasil voltou às urnas para decidir seus destinos políticos pelos próximos anos. A partir das 17h, o Tribunal Superior Eleitoral abriu os dados da apuração para presidente, governadores, senadores e deputados — e o país, como faz a cada ciclo democrático, se reuniu diante dos números para ler o que escolheu. O O GLOBO acompanhou esse rito em tempo real, oferecendo aos cidadãos um espelho vivo da vontade popular enquanto ela se revelava urna por urna.

No domingo, 4 de outubro de 2026, o Brasil começou a conhecer os resultados de suas eleições gerais. A partir das 17h no horário de Brasília, o Tribunal Superior Eleitoral passou a divulgar os dados oficiais da apuração, e o O GLOBO acompanhou a contagem minuto a minuto por meio de um ambiente especial atualizado em sincronia com as informações do TSE.

Pela presidência, treze candidatos disputavam o cargo. Entre os principais nomes estavam Luiz Inácio Lula da Silva pelo PT, Flávio Bolsonaro pelo PL, Ronaldo Caiado pelo PSD e Romeu Zema pelo Partido Novo, além de representantes de partidos menores. Um mapa interativo permitia acompanhar o desempenho de cada candidato nos 26 estados e no Distrito Federal, com informações sobre o total de urnas já apuradas.

Nas disputas estaduais, a apuração podia ser acompanhada por município e até por zona eleitoral nas capitais e cidades com mais de 200 mil habitantes. Para o Senado, 54 vagas estavam em jogo — duas por estado e pelo Distrito Federal —, com 315 candidatos concorrendo, entre eles 32 senadores em busca de reeleição.

A eleição para deputados federais e estaduais seguia lógica distinta: por ser proporcional, a distribuição das vagas entre os partidos dependia do cálculo do coeficiente eleitoral, disponível apenas após a conclusão completa da apuração. Assim, embora fosse possível acompanhar os votos em tempo real, a lista definitiva dos eleitos ao Legislativo — que tomariam posse a partir de 2027 — só seria conhecida ao fim da contagem.

No domingo, 4 de outubro, a partir das 17h no horário de Brasília, o Brasil começou a conhecer os resultados das Eleições 2026. O Tribunal Superior Eleitoral divulgou os dados oficiais da apuração em tempo real, e o O GLOBO acompanhou minuto a minuto a contagem de votos para presidente, governadores, senadores e deputados federais e estaduais em todo o país.

O ambiente especial de apuração do jornal foi atualizado simultaneamente à publicação dos dados pelo TSE, oferecendo aos leitores um panorama completo e dinâmico da votação. Através de um mapa interativo, era possível acompanhar não apenas o resultado nacional para a presidência, mas também o desempenho dos candidatos em cada um dos 26 estados e no Distrito Federal. O sistema informava também o total de urnas já apuradas, permitindo que o leitor calculasse as chances reais de cada concorrente conforme os números iam chegando.

Para a presidência, 13 candidatos disputavam o cargo. Entre eles estavam Luiz Inácio Lula da Silva pelo PT, Flávio Bolsonaro pelo PL, Ronaldo Caiado pelo PSD e Romeu Zema pelo Partido Novo, além de representantes de partidos menores como Augusto Cury pelo Avante, Clariana Barão pelo DC, Edmilson Costa pelo PCB, Hertz Dias pelo PSTU, Leonardo Avalanche pelo PRTB, Renan Santos pela Missão, Rui Costa Pimenta pelo PCO, Samara Martins pela UP e Wilson Grassi pelo Democrata.

Na disputa pelos governos estaduais, o mapa de votação permitia acompanhar a apuração por estado, município e até por zona eleitoral nas capitais e cidades com mais de 200 mil habitantes. Isso oferecia uma visão detalhada de como cada região do país estava votando e qual candidato liderava em cada unidade da federação.

Para o Senado, 54 vagas estavam em disputa — dois senadores para cada estado e para o Distrito Federal. De acordo com levantamento do Senado Federal, havia 315 candidatos concorrendo pelas cadeiras, sendo 32 deles já ocupantes de mandato que buscavam a reeleição. A apuração para senadores também podia ser acompanhada em tempo real através da plataforma.

A eleição para deputados federais e estaduais seguia um sistema diferente. Como as eleições parlamentares são proporcionais, era necessário aguardar o cálculo do coeficiente eleitoral para determinar como as vagas seriam distribuídas entre os partidos. Isso significava que, embora fosse possível acompanhar a votação em tempo real e buscar candidatos pelo nome no ambiente especial do O GLOBO, a lista final de eleitos só seria disponibilizada após a conclusão da apuração e o cálculo desse coeficiente. Apenas então seria possível saber com certeza quais deputados federais e estaduais tomariam posse no Legislativo a partir de 2027.

O sistema de cobertura do O GLOBO permitia que o leitor buscasse informações específicas por estado e município, acompanhando a apuração para presidente, governadores, senadores e deputados em cada localidade. A atualização era contínua e sincronizada com os dados oficiais do TSE, garantindo que os números apresentados refletissem sempre o estado mais recente da contagem.

Os votos serão atualizados ao mesmo tempo em que são contabilizados e publicados no site do TSE
— O GLOBO, sobre a sincronização da apuração
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