A Microsoft é a marca mais usada em phishing: os cibercriminosos imitam gigantes tecnológicas para roubar acessos

Uma única credencial comprometida pode ser o ponto de partida para danos maiores
O acesso a uma conta permite consultar dados, assumir identidades e tentar entrar noutros sistemas.
Mark

Porque é que a Microsoft lidera este ranking?

Mimi

Porque o seu nome está em muitos serviços do quotidiano, do correio às plataformas de trabalho e à cloud. Quanto mais gente usa, mais credível é o isco.

Mark

E as outras marcas?

Mimi

Apple e Google também estão entre as mais visadas, e Amazon e LinkedIn surgem igualmente. Há contas pessoais e profissionais em jogo.

Luke

Convém dizer que isto é a análise de uma empresa, a Check Point Research. O texto dá a ordem, não dá números por marca.

Mark

Então não sabemos a dimensão dos ataques?

Luke

Não, pelo menos aqui. Não há contagens nem percentagens, e não se sabe quantas vítimas houve.

Mimi

Mas o mecanismo está claro: copiar o visual e as páginas de login para recolher credenciais.

Mark

E o que está em risco além da palavra-passe?

Mimi

Informação privada, a identidade da vítima e o acesso a outros serviços e sistemas empresariais.

Luke

Isso é o que os atacantes podem fazer, segundo o alerta. Não é um balanço de danos concretos.

  • A Microsoft lidera o ranking das marcas mais imitadas em phishing em 2026, segundo a Check Point Research.
  • Apple, Google, Amazon e LinkedIn surgem logo atrás, mostrando que tanto contas pessoais como perfis profissionais estão na mira.
  • Páginas de autenticação falsas, cada vez mais parecidas com as originais, levam utilizadores a entregar as suas credenciais.
  • Uma única conta comprometida pode abrir caminho a dados privados e a sistemas empresariais, ampliando o dano.
  • A tendência aponta para campanhas mais sofisticadas, tornando cada vez mais difícil distinguir o original da cópia.

Em 2026, a Microsoft tornou-se a marca mais imitada em ataques de phishing, segundo a Check Point Research, num padrão que revela até que ponto a confiança nos serviços digitais do dia a dia pode ser explorada. Seguem-se a Apple, a Google, a Amazon e o LinkedIn, marcas que fazem parte da vida de milhões de pessoas, tanto como consumidores como profissionais. Os criminosos apoiam-se precisamente nessa familiaridade: uma página que parece legítima baixa a guarda de quem a visita. O que está em causa é menos a marca em si do que a facilidade com que a confiança se transforma em porta de entrada.

Em 2026, a Microsoft é a marca mais imitada em ataques de phishing, segundo a Check Point Research. Os cibercriminosos usam a imagem de empresas tecnológicas conhecidas para enganar utilizadores, e a Microsoft lidera essa lista.

A Apple e a Google estão entre as marcas mais visadas, o que reflete o interesse dos atacantes em serviços com uma base de utilizadores muito ampla. A Amazon e o LinkedIn também aparecem, mostrando que as fraudes tanto procuram contas de consumo como identidades profissionais, que podem igualmente servir de porta de entrada.

O método assenta na confiança. Ao copiarem identidades visuais e páginas de autenticação, os atacantes levam o utilizador a acreditar que está a iniciar sessão num serviço conhecido, entregando assim os seus dados a quem montou a página falsa. Com acesso a uma conta, podem consultar informação privada, assumir a identidade da vítima e tentar entrar noutros serviços e sistemas empresariais.

A Check Point Research alerta para a evolução destas campanhas, cada vez mais convincentes. O material disponível não detalha percentagens nem o número de ataques por marca, mas o ponto a acompanhar é a sofisticação crescente das páginas falsas.

A Microsoft é, em 2026, a marca mais imitada em ataques de phishing. A conclusão vem da Check Point Research, que analisou as campanhas em que cibercriminosos usam a imagem de empresas tecnológicas conhecidas para enganar utilizadores.

O ranking não se fica pela Microsoft. A Apple e a Google estão entre as marcas mais visadas, o que, segundo a análise, reflete o interesse dos atacantes em serviços com uma base muito ampla de utilizadores. A Amazon e o LinkedIn também aparecem na lista.

A presença destas duas últimas mostra que as fraudes tanto procuram contas de consumo como identidades profissionais. Uma conta de compras e um perfil de trabalho valem coisas diferentes para quem ataca, mas ambos podem servir de porta de entrada.

O método assenta na confiança. Serviços como o correio eletrónico, as plataformas de trabalho e o armazenamento na cloud fazem parte do dia a dia de milhões de pessoas. Ao copiarem a identidade visual das marcas e as páginas de autenticação, os atacantes tentam que a fraude seja mais difícil de detetar. O utilizador acredita que está a iniciar sessão num serviço conhecido e entrega os dados de acesso a quem montou a página falsa.

O objetivo vai além de roubar palavras-passe. Com acesso a uma conta, os atacantes podem consultar informação privada e assumir a identidade da vítima. Podem também tentar entrar noutros serviços e em sistemas empresariais, o que faz de uma única credencial comprometida um ponto de partida para danos maiores.

A Check Point Research alerta ainda para a evolução das campanhas, que recorrem a páginas e mensagens cada vez mais convincentes. Usar marcas reconhecidas continua a ser, segundo a empresa, uma forma eficaz de reduzir a desconfiança e levar as pessoas a clicar em ligações maliciosas.

O material disponível não detalha percentagens nem o número de ataques por marca. O que fica é a ordem do ranking e o mecanismo descrito. O ponto a acompanhar é a sofisticação crescente destas páginas, que torna mais difícil distinguir o original da cópia.

As campanhas recorrem a páginas e mensagens cada vez mais convincentes, e usar marcas conhecidas continua a ser uma forma eficaz de reduzir a desconfiança.
— Check Point Research (paráfrase)
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