Em um país onde o mercado de capitais sempre gravitou em torno de uma única estrutura dominante, três iniciativas simultâneas buscam o que parece simples mas revela-se profundamente complexo: criar uma segunda bolsa de valores no Brasil. A motivação é legítima — empresas menores, startups e investidores marginalizados pelo sistema atual clamam por alternativas — mas o caminho exige superar labirintos regulatórios, desafios de infraestrutura e a questão existencial sobre se o mercado brasileiro comporta tal fragmentação. O que está em jogo não é apenas um projeto empresarial, mas a capacidade d