Em agosto de 2026, um estudo da Netsonda ouviu 600 portugueses e descobriu que quatro em cada dez abandonaram atividades online por falhas na ligação — não por falta de vontade, mas por falta de rede. O que emerge não é apenas uma queixa técnica, mas uma tensão filosófica mais profunda: a promessa digital foi comprada, mas não foi entregue. À medida que a vida quotidiana migra para o espaço online, a tolerância à imperfeição encolhe, e o que era inconveniente torna-se inaceitável.