Câmara Aberta vacina 230 pessoas contra gripe em ação antecipada

Vem tomar vacina com a gente que é bem tranquilo; todo mundo tem que se proteger
A técnica de enfermagem Dea Maria Suekemonteiro convida a população a se imunizar durante a ação na Câmara.

230 pessoas foram vacinadas contra a gripe no sábado na Câmara Municipal, em ação gratuita da Prefeitura para público a partir de 6 meses de idade. O programa Câmara Aberta abre o espaço legislativo para atividades comunitárias, incluindo campanhas de saúde pública que reforçam a importância da vacinação.

  • 230 pessoas vacinadas contra a gripe no sábado na Câmara Municipal
  • Ação gratuita da Prefeitura para público a partir de 6 meses de idade
  • Quinta edição do programa Câmara Aberta
  • Vacinação disponível em todas as unidades de saúde do Paraná a partir de segunda-feira

A 5ª edição do programa Câmara Aberta em Curitiba realizou vacinação antecipada contra a gripe para 230 pessoas, antecipando a ampliação da campanha municipal de imunização.

No sábado pela manhã, a Câmara Municipal de Curitiba transformou seu pátio interno em posto de vacinação. Durante quatro horas — das 9h30 até o meio da tarde — 230 pessoas receberam a dose contra a gripe em uma ação antecipada da Prefeitura. Era a quinta edição do programa Câmara Aberta, uma iniciativa que abre as portas do Legislativo nos fins de semana para que a população conheça o espaço e participe de atividades que a escutem.

A vacinação foi gratuita e aberta a qualquer pessoa com seis meses de idade ou mais. Dea Maria Suekemonteiro, técnica de enfermagem, conduzia os atendimentos na sala do pátio. O processo era direto: apresentava-se um documento de identidade, recebia-se a dose, e pronto. Dea trabalha regularmente em campanhas de imunização nas escolas municipais e estaduais, nos centros municipais de educação infantil e nas casas de apoio da cidade. Para ela, estar na Câmara era algo especial. Ela falava com segurança sobre a importância de seguir o calendário vacinal, de se proteger contra a Influenza e suas variantes. "Vem tomar vacina com a gente que é bem tranquilo; todo mundo tem que se proteger!", dizia aos que chegavam.

Tico Kuzma, presidente da Casa, foi um dos primeiros a se imunizar. Ele lembrou que não era a primeira vez que o programa Câmara Aberta recebia equipes de saúde para campanhas de vacinação. Para ele, a ação era "muito importante, um ato de saúde". Kuzma também informou que a partir de segunda-feira a vacina estaria disponível em todas as unidades de saúde do Paraná para o público a partir de seis meses. O que acontecia na Câmara naquele sábado era, portanto, uma antecipação — um modo de ampliar o acesso antes do lançamento oficial da campanha municipal.

A vereadora Meri Martins compareceu acompanhada de sua mãe, e ambas foram vacinadas. Ela destacou a rapidez do processo e o valor da prevenção. Com as temperaturas caindo e a época de gripes e problemas respiratórios se aproximando, aquela dose era um escudo. "Foi rapidinho. O processo é ótimo porque é prevenção. Nós já estamos tendo temperaturas bem baixas e essa é uma época de bastante gripe e problemas respiratórios, então assim ficamos protegidos", refletiu.

O programa Câmara Aberta existe justamente para isso: transformar o espaço do Legislativo em um lugar de convivência, onde a população não apenas conhece a instituição, mas participa de atividades que importam para sua vida cotidiana. Naquele sábado, enquanto 230 pessoas saíam do pátio interno com o braço vacinado, a Câmara cumpria esse papel. E na segunda-feira, a campanha se expandiria para toda a rede de saúde da cidade.

A ação é muito importante, um ato de saúde
— Tico Kuzma, presidente da Câmara Municipal de Curitiba
O processo é ótimo porque é prevenção. Nós já estamos tendo temperaturas bem baixas e essa é uma época de bastante gripe e problemas respiratórios, então assim ficamos protegidos
— Meri Martins, vereadora
The Hearth Conversation Another angle on the story
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Por que a Câmara Municipal decidiu abrir suas portas para uma campanha de vacinação?

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O programa Câmara Aberta existe para aproximar a instituição da população. Trazer saúde pública para dentro do Legislativo é uma forma de dizer que esse espaço não é só para política — é para a vida das pessoas.

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E por que antecipar a vacinação? Não poderia esperar até segunda-feira?

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Porque antecipar significa ampliar o acesso. Nem todos conseguem ir a uma unidade de saúde na semana. Sábado de manhã, em um lugar que muita gente já conhece ou quer conhecer, é uma oportunidade a mais.

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A técnica de enfermagem parecia entusiasmada com estar lá.

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Ela trabalha em campanhas o tempo todo — nas escolas, nos centros de educação infantil. Estar na Câmara era diferente. Era reconhecimento de que o trabalho dela importa, e que a instituição está ao lado da saúde pública.

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230 pessoas em quatro horas. É um número grande?

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Para um sábado de manhã, em um espaço que não é um hospital, é significativo. Mostra que as pessoas respondem quando você torna a vacinação acessível e fácil.

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A vereadora mencionou as temperaturas caindo. Isso é sazonal?

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Sim. A gripe é uma doença de inverno no hemisfério sul. Junho é quando começa a ficar frio em Curitiba. A campanha chega no momento certo — quando as pessoas começam a sentir o risco.

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Qual é o próximo passo?

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Segunda-feira, a vacina abre em toda a rede de saúde. O que aconteceu na Câmara foi um impulso inicial, um modo de dizer: isso é importante, e está disponível agora.

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