No momento em que o mundo debate o futuro da inteligência artificial, 22 países reunidos à margem da Assembleia Geral da ONU propuseram esta semana uma arquitectura de supervisão global inspirada no modelo da energia nuclear — reconhecendo que a tecnologia é demasiado poderosa para ser ignorada e demasiado perigosa para ser deixada sem guarda. A proposta, subscrita por Espanha, Alemanha, Canadá e pela Comissão Europeia, insiste que os humanos devem permanecer no comando dos sistemas mais avançados, sem travar o progresso. A sua fraqueza mais visível é também a mais reveladora: os Estados Unido