Em um momento em que o crime transnacional desafia as fronteiras da soberania, catorze nações da América Latina firmaram um pacto histórico, sob a liderança dos Estados Unidos, para enfrentar organizações como o PCC e o Comando Vermelho, agora classificadas como narcoterroristas. Invocando o Tratado do Rio de 1947 — instrumento forjado para defesas coletivas de outra era — os signatários transformam o que era antes uma questão de segurança doméstica em matéria de responsabilidade hemisférica compartilhada. O gesto é tanto político quanto simbólico: uma declaração de que o continente não tolera
14 países liderados por Trump se comprometem a combater PCC, CV e cartéis
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