Em 2026, a Google lançou a Fitbit Air — uma pulseira sem ecrã, sem botões e sem notificações — como resposta deliberada a um mercado de wearables que havia perdido o sentido da contenção. Pesando apenas 12 gramas, o dispositivo propõe que a tecnologia mais sofisticada é aquela que passa despercebida, monitorando a saúde em silêncio enquanto a vida acontece. Por trás da simplicidade do hardware, porém, desenha-se uma mudança estratégica mais ampla: a Google aproxima-se do momento em que o nome Fitbit será apenas memória, absorvido pelo ecossistema Google Health.