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Tuesday, July 14, 2026 · ECHO HARBOR NEWS · Jul 14, 9:06 AM UTC

Irã volta a fechar o Estreito

Sob ordens de Trump, Exército dos EUA anuncia novos ataques ao Irã - CNN Brasil

Hoje o noticiário converge em Sob ordens de Trump, Exército dos EUA anuncia novos ataques ao Irã - CNN Brasil. 1 veículos cobriram o evento; 0 de 5 matérias citaram o custo humano.

Em outros pontos, Série D 2026: veja os confrontos das oitavas de final - Jornal da Paraíba apareceu em 1 veículos, com a cobertura concentrada em CBF (Confederação Brasileira de Futebol) — governing body — Brazil.

Num tom mais discreto, Perfil no PS5 sem jogos físicos ou compartilhados: o que está acontecendo? - PSX Brasil apareceu em 1 veículos, onde a cobertura se reuniu em torno de atores institucionais.

Mais adiante, Humorista é agredida com cadeirada durante show de stand-up em Florianópolis (SC) - O GLOBO apareceu em 1 veículos, com os holofotes sobre Unidentified woman, audience member, comedy venue in Florianópolis, Santa Catarina, Brazil.

A manhã se encerra em The Strait of Hormuz was closed by Iran, threatening global oil shipping lanes; US military capacity for future conflicts placed at risk..

A manhã se assenta nos mesmos contornos com que começou.

Today's stories

More from today's coverage, told in the same calm voice.

  1. Tensões EUA-Irã derrubam Ibovespa e pressionam real

    Novos ataques americanos ao Irã, ordenados por Trump, levaram o Irã a fechar o Estreito de Ormuz, intensificando a escalada geopolítica. O movimento gerou aversão ao risco nos mercados globais, com o Ibovespa recuando e o real se desvalorizando frente ao dólar. Investidores brasileiros ficaram expostos ao duplo impacto da incerteza militar no Oriente Médio e da postura cautelosa do Federal Reserve sobre os juros americanos.

    "O fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã representa uma escalada que os mercados emergentes não conseguem ignorar."

  2. Drones ucranianos matam três perto de Moscou

    As forças armadas ucranianas intensificaram sua campanha de drones contra o território russo, deixando três mortos e cinco feridos em ataques próximos a Moscou. Operações separadas também visaram ativos navais e energéticos russos no Mar de Azov. Analistas apontam que a pressão ucraniana cresce, mas alertam que o conflito ainda está longe de uma resolução.

    "A maré começa a virar contra Putin, mas a guerra ainda vai longe."

  3. Irão publica lista de alvos ocidentais após morte de Khamenei

    Após a morte do líder supremo Ali Khamenei, meios de comunicação alinhados com o regime iraniano publicaram uma lista de líderes ocidentais apontados como alvos de retaliação. O novo líder supremo prometeu vingar o que descreve como assassinato do seu antecessor pelos Estados Unidos. A publicação da lista eleva a tensão diplomática num momento em que o Irão atravessa uma transição de poder delicada e imprevisível.

    "O líder supremo do Irão prometeu vingar o assassinato do pai pelos Estados Unidos."

  4. Ahmadinejad em prisão domiciliar por suposta ligação com Israel

    As autoridades da República Islâmica do Irã colocaram o ex-presidente Mahmoud Ahmadinejad em prisão domiciliar após alegações de que Israel tentou recrutá-lo. O regime iraniano não confirmou oficialmente a medida, mas a informação foi divulgada pela imprensa. Ahmadinejad, que governou o país entre 2005 e 2013, já havia sido barrado de disputar eleições nos últimos anos por decisão do Conselho dos Guardiões.

    "Israel tentou recrutar Ahmadinejad, e o regime do Irã o colocou em prisão domiciliar como resposta."

  5. Incêndio em bar de Bangkok mata dezenas

    Um incêndio em um pub na capital tailandesa Bangkok matou ao menos 27 pessoas na madrugada deste sábado. As vítimas ficaram presas dentro do estabelecimento enquanto as chamas se espalhavam rapidamente pelo local. Autoridades tailandesas abriram investigação para apurar as causas do incidente e as condições de segurança do bar.

  6. Onda de calor europeia mata mais de dez mil pessoas

    Uma onda de calor que atingiu a Europa em maio e junho de 2026 causou pelo menos dez mil mortes em excesso no continente, segundo estimativas preliminares. Na Inglaterra e no País de Gales, estudos apontam para mais de 2,7 mil óbitos atribuídos às temperaturas extremas. As populações mais velhas e as regiões do sul, incluindo a Itália, foram as mais afetadas. Os dados reforçam a tendência de verões cada vez mais letais na Europa ocidental.

    "A onda de calor na Inglaterra e Gales causou 2,7 mil mortes, segundo estudo."

  7. Senador Graham morre de dissecação da aorta

    O senador americano Lindsey Graham faleceu em decorrência de uma dissecação da aorta, segundo laudo preliminar. A morte abre uma vaga no Senado dos Estados Unidos, com a irmã de Graham sendo apontada como possível sucessora indicada. Graham era um aliado próximo de Donald Trump e figura central no Partido Republicano.

    "Senador Lindsey Graham morreu de dissecação da aorta, aponta laudo preliminar."

  8. Petro proíbe posse de sucessor em base militar

    O presidente colombiano Gustavo Petro impediu que a cerimônia de posse de Abelardo de la Espriella, presidente eleito da Colômbia, ocorra em uma base militar. Petro também afirmou que inteligência artificial foi utilizada para manipular o resultado eleitoral, sem apresentar provas concretas. A decisão complica a transição de poder e aumenta a tensão entre o governo atual e a administração entrante.

    "Petro afirma que a IA foi utilizada para manipular o resultado eleitoral na Colômbia."

  9. Trump quer controlar Ormuz e cobrar pedágio marítimo

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a intenção de assumir o controle do Estreito de Ormuz e cobrar uma taxa de 20% sobre a carga dos navios que passarem pela via. A medida afetaria operadores de transporte marítimo internacional e países dependentes do corredor, incluindo o Irã. O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva comparou a proposta à pirataria.

    "Lula compara a cobrança de pedágio no Estreito de Ormuz com pirataria."

  10. Terremoto na Venezuela mata mais de 4.500 pessoas

    O número de mortos pelo terremoto na Venezuela subiu para 4.561, segundo dados divulgados pelas autoridades do país. O presidente Nicolás Maduro enfrenta a tarefa de coordenar os esforços de resgate e assistência à população afetada. A magnitude do desastre coloca o evento entre as tragédias naturais mais letais da história recente da América Latina.

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