Em Londres, uma decisão de política urbana tornou-se, silenciosamente, uma intervenção de saúde pública. Cinco anos após a criação da Zona de Emissões Ultrabaixas, pesquisadores da Queen Mary University documentaram que os pulmões das crianças londrinas cresceram e funcionaram melhor — aproximando-se dos níveis de crianças em cidades sem tráfego intenso. O estudo, publicado no The Lancet, lembra que o ar que uma cidade escolhe oferecer às suas crianças é, também, uma escolha sobre o futuro que lhes permite ter.
Zona de ar limpo em Londres melhora saúde pulmonar de crianças
Crianças londrinas expostas a poluição do ar tiveram desenvolvimento pulmonar prejudicado antes das restrições veiculares, afetando função respiratória de milhares de menores.