Num mercado onde o hardware é vendido abaixo do custo e o lucro real nasce dos ecossistemas digitais, a Microsoft descobre que a abertura tem um preço que não consegue pagar. A promessa de uma Xbox Helix verdadeiramente aberta — capaz de acolher o Steam e outras lojas externas — esbarra agora numa aritmética implacável: custos de produção crescentes, consumidores que preferem plataformas estabelecidas e uma concorrência que, ao fechar as suas próprias portas, redefine as regras do jogo. O que parecia uma visão progressista tornou-se, em 2026, um luxo estratégico que a empresa não pode sustenta