Na noite de uma segunda-feira comum, o WhatsApp — ferramenta de comunicação que se tornou extensão da vida cotidiana de milhões — revelou sua fragilidade silenciosa: as palavras ainda circulavam, mas as imagens ficaram presas. É um lembrete de que mesmo as infraestruturas mais invisíveis têm seus limites, e que a dependência coletiva de uma única plataforma transforma falhas técnicas em experiências compartilhadas de frustração.