Em Victoria, Colúmbia Britânica, uma recusa silenciosa — a de uma criança que não quis sentar nem apertar o cinto — foi suficiente para interromper a jornada de mais de uma centena de pessoas. O episódio do voo PD444 da Porter Airlines, na última quinta-feira, lembra que as regras de segurança aérea não conhecem exceções, e que o menor dos impasses humanos pode reverberar por horas e vidas inteiras. Há algo de profundamente contemporâneo nessa cena: a vulnerabilidade coletiva diante de uma vontade individual que nenhum procedimento conseguiu dobrar.
Voo é cancelado no Canadá após criança se recusar a ficar sentada
Aproximadamente 132 passageiros tiveram seus voos cancelados e foram remarcados para o dia seguinte, causando atrasos e inconvenientes de viagem.