Na madrugada de uma quarta-feira comum, Willian César Pinto Júnior saiu para mais um dia de trabalho e não voltou. Com 48 anos e mais de duas décadas servindo à Residência Oficial do Senado, ele foi confundido com um alvo policial no Gama, baleado pelas costas por agentes em viatura descaracterizada e morreu horas depois no hospital. O caso coloca em relevo uma das fraturas mais dolorosas da segurança pública: o custo humano do erro institucional, pago por quem não tinha nada a ver com o perigo.
Vigilante da Residência do Senado é morto em ação policial no Gama
Willian César Pinto Júnior, 48 anos, foi baleado e morto por policiais civis em confusão durante operação policial, deixando esposa e dois filhos.