Em Belo Horizonte, a morte da capitã da Polícia Militar Michele Leão Azevedo, de 41 anos, revela o quanto a violência doméstica pode habitar os espaços mais improváveis — inclusive aqueles dedicados à proteção. O sargento Eduardo Abner, companheiro da vítima, é investigado por feminicídio após câmeras de segurança e laudos médicos contradizerem sua versão de acidente doméstico. O caso convoca a sociedade a reconhecer que o uniforme não protege nenhuma mulher das dinâmicas de poder e abuso que atravessam relacionamentos íntimos.
Vídeo mostra sargento transportando capitã morta ao hospital em BH
Capitã Michele Leão Azevedo, 41 anos, morta sob circunstâncias suspeitas após relacionamento marcado por abuso psicológico e violência física.