Câmeras flagram saída de diarista suspeita de matar casal em BH

Casal de idosos assassinado: advogado Cláudio Atala Inácio (75 anos) morto com 17 facadas e esposa Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio (76 anos) golpeada sete vezes.
Saiu com roupas diferentes e duas sacolas grandes nas mãos
As câmeras registraram a suspeita deixando o prédio com itens roubados e roupas manchadas de sangue.

Na manhã de uma segunda-feira comum, uma mulher entrou em um apartamento de Belo Horizonte carregando uma bolsa e saiu horas depois com roupas diferentes e sacolas pesadas — deixando para trás dois idosos mortos e uma família destroçada. O advogado Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e sua esposa Maria Clotilde, de 76, foram encontrados pelo próprio filho no dia seguinte, vítimas de uma violência que a cidade ainda tenta compreender. A diarista suspeita, de 30 anos, desapareceu antes que a polícia pudesse agir, levando consigo não apenas bens materiais, mas a sensação de segurança que um lar deveria garantir.

  • Um casal de idosos foi assassinado a facadas dentro do próprio apartamento em Belo Horizonte — o advogado atingido 17 vezes, a esposa sete.
  • As câmeras de segurança do prédio registraram a entrada e a saída da suspeita com roupas trocadas e duas sacolas grandes, tornando-se a principal evidência do crime.
  • A polícia acredita que a diarista tomou banho no apartamento das vítimas para apagar rastros e descartou roupas manchadas de sangue em uma lixeira de rua.
  • Relógios, joias, dinheiro, celulares e uma bolsa de grife foram levados — a hipótese de latrocínio é a principal linha investigativa, mas não a única.
  • A suspeita fugiu para o Espírito Santo segundo familiares, e permanece foragida enquanto equipes da Polícia Civil intensificam as buscas.

As câmeras de segurança de um prédio no bairro São Pedro, em Belo Horizonte, registraram uma mulher de 30 anos entrando no edifício às 7h30 de uma segunda-feira com roupas simples e uma bolsa. Às 15h32, ela saiu com trajes completamente diferentes e duas sacolas grandes nas mãos. Essas imagens se tornaram o centro de uma investigação sobre um dos crimes mais perturbadores da capital mineira.

O advogado Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e sua esposa Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76, foram encontrados mortos pelo filho do casal na tarde de terça-feira, dia 30 de junho. Os corpos revelavam violência extrema: Cláudio havia sido atingido por 17 facadas e Maria por sete. A estimativa é de que os crimes ocorreram na tarde do dia anterior.

A suspeita trabalhava como diarista na residência. Segundo o delegado Gustavo Barletta, do Departamento Estadual de Investigação de Crimes Contra o Patrimônio, ela teria tomado banho no apartamento para se livrar do sangue e descartado roupas em uma lixeira de rua. Familiares das vítimas relataram o desaparecimento de relógios, joias, dinheiro em espécie, celulares e uma bolsa de grife — o que levou a polícia a trabalhar com a hipótese de latrocínio.

Após os assassinatos, a mulher buscou o filho em casa, reuniu seus pertences e anunciou que viajaria para o Espírito Santo. A Polícia Militar tentou localizá-la sem sucesso. Enquanto a Polícia Civil coleta vestígios e aguarda laudos do Instituto Médico Legal, a suspeita permanece foragida e as buscas continuam.

As imagens das câmeras de segurança do prédio no bairro São Pedro, em Belo Horizonte, mostram uma mulher de 30 anos entrando no edifício por volta das 7h30 da manhã de segunda-feira. Ela veste um moletom com a bandeira dos Estados Unidos, calça cinza e carrega uma bolsa marrom. Horas depois, às 15h32, a mesma mulher sai do prédio — mas agora com roupas completamente diferentes: blusa distinta, calça jeans, e duas sacolas grandes nas mãos. Essas imagens se tornaram a evidência visual central de um crime que chocou a capital mineira: o assassinato de um casal de idosos dentro de seu próprio apartamento.

Cláudio Atala Inácio, advogado de 75 anos, e sua esposa Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76, foram encontrados mortos na tarde de terça-feira, dia 30 de junho. Quem fez a descoberta foi o filho do casal, que chegou ao apartamento e deparou-se com a cena. Os corpos apresentavam sinais de violência extrema: Cláudio havia sido atingido por 17 facadas, enquanto Maria recebeu sete golpes. Segundo investigações preliminares, os crimes ocorreram na tarde do dia anterior, segunda-feira.

A mulher flagrada pelas câmeras é suspeita de ter cometido os assassinatos. Ela trabalhava como diarista na residência do casal. A polícia acredita que, após os crimes, ela tomou banho no apartamento das vítimas para se limpar do sangue. Em seguida, teria esvaziado sacolas contendo roupas sujas de sangue em uma lixeira de rua, conforme informou o delegado Gustavo Barletta, do Departamento Estadual de Investigação de Crimes Contra o Patrimônio.

O que torna o caso ainda mais grave é a mudança de roupas registrada pelas câmeras. A suspeita saiu do prédio com duas sacolas grandes — presumivelmente contendo itens roubados e roupas manchadas de sangue. Segundo familiares das vítimas, foram levados uma coleção de relógios, joias, dinheiro em espécie, os celulares do casal e uma bolsa de grife. A polícia trabalha com a hipótese de que o crime foi um latrocínio — roubo seguido de morte — embora não descarte outras linhas investigativas.

Após os assassinatos, a suspeita desapareceu. A Polícia Militar tentou localizá-la, mas não conseguiu encontrá-la. Familiares informaram aos policiais que ela buscou o filho em casa, juntou seus pertences e anunciou que viajaria para o Espírito Santo. Até o momento, ela não foi capturada. A Polícia Civil deslocou equipes de perícia ao local, coletou vestígios e encaminhou os corpos ao Instituto Médico Legal para exames. Agora, enquanto a investigação prossegue, a mulher permanece foragida, e as autoridades continuam buscando pistas que levem à sua localização e prisão.

A Polícia Civil trabalha com a hipótese de que a suspeita tomou banho no apartamento das vítimas e depois esvaziou as sacolas com roupas sujas de sangue em uma lixeira de rua
— Delegado Gustavo Barletta, Departamento Estadual de Investigação de Crimes Contra o Patrimônio
As evidências apontam para um suposto crime de latrocínio, mas não descartamos nenhuma outra linha investigativa
— Polícia Civil de Minas Gerais
A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
Inventor

Por que as câmeras de segurança são tão importantes neste caso?

Model

Porque elas criam uma linha do tempo visual. Mostram exatamente quando ela entrou, quando saiu, e — o mais revelador — que ela saiu com roupas completamente diferentes. Isso não é coincidência.

Inventor

A mudança de roupa sugere o quê, exatamente?

Model

Que ela estava tentando se livrar de evidências. Sangue, provavelmente. Se você comete um crime violento e depois toma banho e muda de roupa, está tentando apagar rastros. As câmeras a pegaram no ato.

Inventor

E as sacolas grandes que ela carregava ao sair?

Model

Aí entra o latrocínio. Relógios, joias, dinheiro, celulares — tudo desapareceu. A polícia acredita que ela encheu essas sacolas com os bens roubados e também com as roupas sujas de sangue. Depois despejou tudo em uma lixeira de rua.

Inventor

Como ela conseguiu desaparecer tão rápido?

Model

Ela buscou o filho, pegou seus pertences e saiu da cidade. Familiares disseram que ela mencionou viajar para o Espírito Santo. Quando a polícia tentou localizá-la, ela já tinha partido. Agora está foragida.

Inventor

O que mais choca neste caso?

Model

A brutalidade. Dezessete facadas em um homem de 75 anos. Sete em uma mulher de 76. Pessoas que provavelmente confiavam nela, que a deixavam entrar em suas casas. E ela os matou por relógios e joias.

Fale Conosco FAQ