Durante dez dias, o Centro Histórico de Santa Maria da Feira voltou a ser palco de uma das maiores recriações medievais da Europa, encerrando a sua 30.ª edição com crescimento nas entradas pagas e o regresso ao equilíbrio financeiro após um défice registado no ano anterior. A Viagem Medieval afirma-se, assim, não apenas como celebração cultural e comunitária, mas como modelo de gestão que procura conciliar identidade histórica com sustentabilidade económica. Mesmo um corte de energia nas horas finais não apagou o sentimento de que o evento soube, uma vez mais, transformar um território em memó