Em Mannheim, Alemanha, o vereador Julien Ferrat propôs realizar uma festa de swing dentro da prefeitura municipal, argumentando que a intimidade coletiva seria a forma mais elevada de aproximação entre representantes e cidadãos. A administração bloqueou a iniciativa por falta de informações concretas e dúvidas sobre legalidade, mas não a proibiu definitivamente. O episódio, que viralizou internacionalmente, revela menos sobre sexualidade e mais sobre os limites elásticos do que pode ser enquadrado como atividade política legítima.