Há algo de inevitável na aritmética do declínio: em julho, as vendas de jogos físicos nos Estados Unidos caíram para 85 milhões de dólares, o valor mais baixo desde 1995, marcando não tanto uma crise pontual mas o capítulo final de uma transformação que durou décadas. A Sony já anunciou o abandono dos discos na PlayStation a partir de 2028, enquanto a Nintendo domina os restos de um mercado que um dia valeu mais de dez mil milhões de dólares por ano. O disco de jogo não morreu de repente — foi-se apagando, título a título, prateleira a prateleira.
Vendas de jogos físicos atingem mínimo histórico, validando abandono de discos pela Sony
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