No limiar de uma semana decisiva, o grupo CSN coloca à venda sua divisão de cimentos — um ativo construído ao longo de aquisições estratégicas que o tornaram o segundo maior do setor no Brasil. A chinesa Huaxin lidera a disputa com uma proposta de R$ 12 bilhões, enquanto pelo menos outros dois concorrentes aguardam o momento de formalizar suas ofertas. O que se decide nos próximos dias não é apenas o destino de um ativo industrial, mas a reconfiguração de forças em um dos mercados mais estruturantes da economia brasileira.