No limiar de uma nova era para a aviação inteligente, a Universidade da Madeira prepara-se para assinar, a 30 de julho, um acordo que a insere num consórcio internacional com universidades chinesas e a China Southern Airlines. A parceria nasce da convicção de que o conhecimento não tem fronteiras — e de que pequenas ilhas podem ser pontos de convergência entre continentes. Para Portugal, o gesto é também simbólico: afirmar-se como ponte entre a Europa, a China e o mundo lusófono num domínio tecnológico de crescente importância estratégica.