No final de setembro, a Universidade do Minho abre o seu campus de Gualtar ao mundo exterior, revelando décadas de trabalho silencioso que se traduziram em 50 milhões de euros captados e mais de 50 protótipos prontos a mostrar o que a ciência pode fazer pela vida das pessoas. O evento é, no fundo, uma pergunta lançada à sociedade: como queremos que o conhecimento circule entre quem o produz e quem dele precisa? A resposta está nos veículos elétricos, nos nano-satélites, nas misturas betuminosas feitas de solas de sapatos — e nas conversas que ainda estão por acontecer entre investigadores, emp