No coração da governança do futebol mundial, uma batalha silenciosa se desenrola: UEFA e Concacaf tentam reunir votos suficientes para forçar uma assembleia extraordinária da Fifa e destituir Gianni Infantino, cujo plano de vender direitos comerciais da Copa do Mundo a investidores ligados a Trump acendeu a crise. A manobra, conduzida nos bastidores, revela tanto a fragilidade das alianças institucionais quanto a dificuldade de derrubar um líder que soube construir apoio nas regiões mais populosas do globo. O que está em jogo não é apenas um cargo, mas a direção moral e comercial do esporte ma