Em agosto de 2026, Kaja Kallas, chefe da diplomacia europeia, anunciou que a União Europeia prepara seu pacote de sanções mais abrangente desde o início da guerra na Ucrânia — um conjunto de medidas que aumentará em um terço o número de entidades russas sob restrição. Com mais de um trilhão de euros já extraídos da máquina de guerra russa, Bruxelas aposta na compressão econômica gradual como instrumento de paz, mesmo que o horizonte dessa aposta permaneça incerto.