Em um gesto que entrelaça direito internacional, diplomacia e memória histórica, a Turquia formalizou nesta semana um pedido de alerta vermelho da Interpol contra o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, vinculando-o a acusações de genocídio e crimes contra a humanidade decorrentes do ataque a uma flotilha humanitária em maio. O episódio, que resultou na detenção temporária de três cidadãs brasileiras e de centenas de outros participantes de mais de quarenta nações, revela como os conflitos contemporâneos cada vez mais migram dos campos de batalha para os tribunais e os mecanismos de
Turquia solicita alerta vermelho da Interpol para prisão de Netanyahu
Três brasileiras foram detidas por forças israelenses durante interceptação de flotilha humanitária em maio, sendo liberadas uma semana depois.
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