Nas profundezas geladas do Ártico, nada uma criatura que atravessou séculos sem pressa — o tubarão-da-Gronelândia, o vertebrado mais longevo conhecido pela ciência, capaz de viver até 500 anos. A descoberta de um exemplar de 150 anos nas costas da Irlanda, ainda imaturo sexualmente, abre uma janela rara para compreender os mecanismos biológicos do envelhecimento lento — e o que eles podem revelar sobre a própria condição humana.