Em um momento em que a tecnologia avança mais rápido do que as leis conseguem acompanhar, o Tribunal Superior Eleitoral brasileiro estabeleceu, em julho de 2026, as primeiras regras concretas para o uso de inteligência artificial nas eleições. O gatilho foi um vídeo sintético do ex-presidente Bolsonaro exibido na convenção do PL — um espelho digital que, mesmo identificado como tal, revelou o quanto as fronteiras entre realidade e simulação já habitam o centro da disputa política. O TSE respondeu não com proibição, mas com exigência de transparência, reconhecendo que a questão não é se a IA es