Em Washington, dois líderes forjados por guerras em curso — Zelensky, da Ucrânia, e Netanyahu, de Israel — sentaram-se com Donald Trump para discutir o peso de conflitos que definem a geopolítica do nosso tempo. As reuniões, centradas em armamentos e segurança regional, terminaram sem comunicados formais, lembrando que a diplomacia mais decisiva muitas vezes acontece longe dos holofotes. O silêncio após os encontros não é ausência de movimento, mas sinal de que o mundo ainda aguarda saber para onde essa bússola aponta.