Em um momento em que máquinas inteligentes começam a habitar fábricas e laboratórios, o governo americano ergueu uma barreira simbólica e concreta: robôs humanoides e inversores de energia fabricados na China não poderão mais entrar no mercado dos Estados Unidos. A Comissão Federal de Comunicações agiu com a urgência de quem teme repetir erros do passado — a dependência estratégica que os minerais de terras raras revelaram. Por trás da medida técnica, há uma disputa civilizatória sobre quem controlará a inteligência que moverá o século.