Numa encruzilhada entre poder político e memória coletiva, Donald Trump assinou uma ordem executiva determinando a expurgação do que classifica como 'ideologia marxista' do Instituto Smithsonian — uma das mais antigas e respeitadas instituições culturais dos Estados Unidos. A decisão, fundamentada num relatório de um think tank evangélico ultraconservador nascido na era Reagan, reacende um debate perene sobre quem tem o direito de definir o que uma nação deve recordar e como deve interpretar o seu próprio passado.