Num gesto que ecoa disputas seculares sobre quem tem o direito de narrar o passado, o presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva exigindo a instalação de avisos de advertência na entrada do Museu Nacional de História Americana, acusando a instituição de distorcer a história dos Estados Unidos. A medida, apoiada por um relatório governamental de 162 páginas, aprofunda o confronto entre o poder executivo e as instituições culturais americanas — um conflito que, em sua essência, pergunta: a quem pertence a memória de uma nação?