Trump não descarta tomar urânio do Irã no futuro, mas nega foco atual

Não estamos focados agora, mas em algum momento poderemos estar
Trump deixa em aberto a possibilidade de confiscar urânio iraniano no futuro, mesmo negando ser prioridade atual.

Em meio a uma campanha militar que descreve como devastadora e adiantada, Donald Trump deixou em aberto a possibilidade de os Estados Unidos confiscarem reservas de urânio iraniano no futuro — sem, contudo, torná-la uma prioridade presente. A declaração revela a geometria de um conflito em curso: o Irã enfraquecido em sua liderança e infraestrutura, enquanto Washington equilibra a pressão militar com a vigilância sobre ameaças internas. No horizonte, a questão do urânio permanece como uma sombra estratégica, suspensa entre a contenção e a escalada.

  • Trump admite abertamente que o confisco do urânio iraniano é uma possibilidade real, ainda que não imediata — mantendo a ameaça viva como instrumento de pressão.
  • A campanha militar americana é descrita como devastadora: instalações destruídas, fabricação de mísseis atingida, e uma reconstrução que, segundo Trump, levará anos.
  • O aiatolá Mojtaba Khamenei estaria vivo, mas ferido e entrincheirado, com a liderança iraniana descrita pelo Pentágono como enfraquecida e acuada em bunkers.
  • Trump alerta para até 1,7 mil células adormecidas iranianas em solo americano, sinalizando que a ameaça não é apenas externa, mas também doméstica e silenciosa.
  • O presidente reforça laços com aliados do Golfo Pérsico e enquadra a ofensiva como resposta necessária ao expansionismo iraniano no Oriente Médio.

Donald Trump deixou em aberto, nesta sexta-feira, a possibilidade de os Estados Unidos confiscarem reservas de urânio iraniano em algum momento futuro. Em entrevista à Fox News Radio, o presidente descreveu a campanha militar contra o Irã como devastadora, afirmando que os danos infligidos levarão anos para ser reparados — e que a ofensiva está adiantada em relação ao cronograma original.

Segundo Trump, as forças americanas estão concentradas em neutralizar ameaças aéreas imediatas, derrubando mísseis e drones iranianos, enquanto atingem instalações militares e centros de fabricação. Ele afirmou acreditar que o aiatolá Mojtaba Khamenei continua vivo, porém ferido — avaliação que se alinha com declarações do Pentágono, que descreveu a liderança iraniana como enfraquecida e entrincheirada em bunkers.

Apesar da escalada, Trump disse não temer um ataque iraniano à Costa Oeste americana, mas alertou para a presença de até 1,7 mil células adormecidas do Irã dentro do território dos Estados Unidos — uma ameaça interna que, em sua visão, permanece ativa. O presidente reforçou ainda seus laços com os países do Golfo Pérsico, enquadrando toda a campanha como resposta necessária ao expansionismo iraniano na região.

Donald Trump deixou em aberto, nesta sexta-feira, a possibilidade de os Estados Unidos confiscarem reservas de urânio iraniano em algum momento futuro — mas insistiu que essa não é uma prioridade neste momento. Em entrevista à Fox News Radio, o presidente americano descreveu a campanha militar em curso contra o Irã como devastadora, afirmando que a destruição infligida levará anos para ser reparada.

Segundo Trump, as forças americanas estão concentradas agora em neutralizar ameaças aéreas imediatas, derrubando mísseis e drones iranianos. Ele caracterizou a ofensiva como estando adiantada em relação ao cronograma original, embora tenha se recusado a fornecer detalhes específicos sobre o progresso militar. A campanha, em sua avaliação, está "dizimando" o Irã ao atingir instalações militares e centros de fabricação de mísseis.

Trump afirmou acreditar que o aiatolá Mojtaba Khamenei, o novo líder supremo iraniano, continua vivo, porém ferido. Essa avaliação alinha-se com declarações anteriores do Pentágono, que descreveu a liderança do regime como enfraquecida e entrincheirada em bunkers após ataques coordenados de forças americanas e israelenses. O presidente sugeriu que a intensidade dos ataques iranianos diminuiu desde o início do conflito.

Apesar da escalada, Trump disse não estar preocupado com um possível ataque iraniano à Costa Oeste americana — uma possibilidade que havia sido levantada pela mídia americana. Contudo, ele alertou sobre a presença de até 1,7 mil células adormecidas iranianas dentro do território dos Estados Unidos, sugerindo uma ameaça de segurança interna contínua.

O presidente reforçou que mantém relações sólidas com os países do Golfo Pérsico, afirmando ter conversado com líderes regionais naquele dia. Ele enquadrou a campanha militar como uma resposta necessária aos objetivos expansionistas do Irã na região. De acordo com Trump, antes da ofensiva, o Irã buscava ampliar sua influência em todo o Oriente Médio — um objetivo que, em sua visão, teria sido alcançado sem a intervenção americana.

Não estamos focados em uma operação para tomar o urânio iraniano, mas em algum momento poderemos estar
— Donald Trump, em entrevista à Fox News Radio
Levará anos até que o Irã consiga se reconstruir com o nível de estrago que fizemos
— Donald Trump
La Conversación del Hearth Otra perspectiva de la historia
Inventor

Por que Trump mencionaria especificamente o urânio iraniano se não é uma prioridade agora?

Model

Porque deixar a porta aberta é uma forma de pressão. Ele está sinalizando que nada está fora da mesa, mesmo enquanto nega que seja o foco imediato.

Inventor

E quanto ao aviso sobre as células adormecidas? Isso parece contradizer sua afirmação de que não está preocupado com ataques.

Model

Não é contradição — é calibração. Ele quer parecer confiante na defesa, mas também justificar uma vigilância contínua. É uma forma de manter a população atenta sem parecer alarmista.

Inventor

Khamenei ferido mas vivo — como isso muda a dinâmica do conflito?

Model

Muda tudo. Um líder ferido é um líder vulnerável, mas ainda no comando. Significa que a liderança não foi decapitada, apenas enfraquecida. Isso prolonga a incerteza.

Inventor

Trump diz que a campanha está adiantada, mas não dá detalhes. Por quê?

Model

Operações militares em andamento não são divulgadas. Mas também há um elemento de narrativa — ele quer que pareça estar vencendo sem ter que provar isso com números.

Inventor

E a relação com os aliados do Golfo? Isso é estável?

Model

Ele diz que sim, e provavelmente é verdade. Esses países têm interesse em um Irã enfraquecido. Mas a solidez depende de como a guerra termina e do que vem depois.

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