Mais de dois séculos após James Monroe traçar sua linha geopolítica no Capitólio, o governo Trump ressuscitou a doutrina que leva seu nome como bússola oficial para a América Latina — não para conter potências europeias, mas para enfrentar a crescente presença chinesa na região. A invocação não é improviso: a Doutrina Monroe aparece explicitamente na Estratégia de Segurança Nacional da Casa Branca, e um vídeo do Departamento de Estado declara que 'o domínio americano no hemisfério ocidental nunca mais será questionado'. É o eterno retorno da tutela — com um adversário diferente, mas a mesma li