No limiar de uma ofensiva descrita como a maior desde a Segunda Guerra Mundial, Donald Trump escolheu o silêncio das armas em favor da mesa de negociações. O cancelamento do ataque ao Irã, anunciado numa manhã de sábado, revela a tensão permanente entre a lógica da força e a possibilidade do entendimento — com o Estreito de Ormuz e o programa nuclear iraniano como moeda de troca. A história ainda não sabe se este é um recuo estratégico ou o primeiro passo de uma paz frágil.