Em um movimento que redefine as fronteiras entre o Estado e o mercado na segurança digital, Donald Trump assinou um memorando autorizando empresas privadas americanas a conduzir operações cibernéticas contra o crime organizado transnacional — incluindo, potencialmente, grupos brasileiros como o PCC e o CV. A medida reflete uma aposta histórica na capacidade tecnológica do setor privado para alcançar onde as agências governamentais, por limitações ou escolhas, não chegaram. É uma transferência controlada de poder ofensivo que levanta, ao mesmo tempo, promessas de eficácia e perguntas profundas