Em agosto de 2026, o presidente Donald Trump assinou duas ordens executivas buscando restringir a cidadania por nascimento e banir permanentemente quem viaja aos Estados Unidos com o propósito de dar à luz em solo americano. A iniciativa chega poucos meses após a Suprema Corte ter bloqueado medida semelhante, invocando a 14ª Emenda como escudo constitucional. Nessa tensão entre a vontade executiva e os limites da lei fundamental, o destino dessas ordens parece destinado, mais uma vez, aos tribunais — onde a pergunta mais profunda não é apenas jurídica, mas sobre quem pertence a uma nação.
Trump assina ordens executivas contra turismo de parto e cidadania por nascimento
Potencial impacto em crianças nascidas nos EUA de pais estrangeiros e famílias que buscam acesso a serviços de saúde materna, com possível separação familiar e negação de direitos de cidadania.