Num país onde a cidadania por nascimento está inscrita na Constituição há mais de um século e meio, Donald Trump assinou dois novos decretos para restringir esse direito a filhos de estrangeiros que viajam especificamente para dar à luz em solo americano. A medida é uma resposta calibrada após a Suprema Corte derrubar, em junho, uma tentativa mais ampla do mesmo presidente. A tensão entre lei fundamental e política migratória continua a definir os contornos do que significa pertencer à nação americana.