Após quatro anos de cativeiro e com a saúde gravemente comprometida, o ex-fuzileiro naval americano Robert Gilman será devolvido aos Estados Unidos pela Rússia — não como moeda de troca, mas por razões humanitárias, segundo o governo Trump. A decisão, fruto de conversas diretas entre Trump e Putin, revela como o sofrimento individual pode, por vezes, abrir brechas na rigidez das relações entre grandes potências. Gilman retorna ao seu país carregando os sinais de quatro anos de desgaste físico e mental, enquanto outros americanos ainda aguardam, em silêncio, por uma resolução semelhante.
Trump anuncia libertação de ex-fuzileiro americano preso na Rússia
Robert Gilman sofre de pneumonia grave e distúrbio dissociativo que o deixava incapaz de se alimentar ou interagir, necessitando tratamento médico urgente durante repatriação.