Mais de cinco anos após sua derrota para Joe Biden, Donald Trump voltou ao púlpito formal da presidência para ressuscitar alegações de fraude eleitoral em 2020, desta vez apontando a China como responsável por uma suposta violação massiva de dados de eleitores americanos. O gesto — um pronunciamento em horário nobre, espaço reservado para questões de gravidade nacional — eleva teorias repetidamente refutadas por tribunais, auditorias e pelo próprio Departamento de Justiça ao nível do protocolo oficial da Casa Branca. Na véspera das eleições legislativas de 2026, observadores enxergam no movime