Para milhares de brasileiros que vivem com fibrose cística — uma doença que por décadas ditou rotinas de hospitalizações frequentes e dependência de suporte respiratório —, o acesso público ao Trikafta representa uma inflexão rara na história de uma condição sem cura. Quase dois anos após sua incorporação ao SUS, os dados apresentados em Brasília confirmam o que muitos esperavam: internações caíram em até 84,8%, a função pulmonar melhorou de forma consistente e a necessidade de oxigênio em casa recuou em quase 92%. O que está em jogo não é apenas uma estatística clínica, mas a pergunta perene
Trikafta reduz internações por fibrose cística em até 85% no SUS
Pacientes com fibrose cística beneficiam-se significativamente com redução de internações, necessidade de oxigenioterapia e uso de antibióticos, melhorando qualidade de vida.