Uma das empresas mais emblemáticas das telecomunicações brasileiras chegou ao fim de sua longa trajetória quando o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decretou a falência da Oi na madrugada de quarta-feira, com um passivo superior a R$ 44 bilhões. A decisão encerrou a tentativa dos bancos credores de manter vivo um processo de recuperação judicial que, por anos, prometeu reorganizar a empresa sem liquidá-la. O colapso da Oi não é apenas o fim de uma corporação — é o reflexo de décadas de transformações tecnológicas, pressões de mercado e apostas estratégicas que não se sustentaram.
Tribunal do Rio decreta falência da Oi com dívida superior a R$ 44 bilhões
A falência pode afetar funcionários da Oi e credores da empresa, além de impactar o acesso a serviços de telecomunicações.