Quando chega a hora do almoço, dou-lhe valendo
Luiz Guilherme da Silva consome regularmente pratos que ultrapassam um quilo, com destaque para montanhas de macarrão acompanhadas de carne e feijão. Desde criança com apetite grande, ele mantém gastos mensais de R$ 800 com alimentação em casa e consome até seis pães diários, além de 1,5 pacote de macarrão.
- Luiz Guilherme da Silva, 33 anos, montador de camas no Cabo de Santo Agostinho
- Consome pratos com mais de um quilo, principalmente macarrão
- Gasta cerca de R$ 800 mensais com alimentação em casa
- Come até seis pães por dia e 1,5 pacote de macarrão semanalmente
- Pesa aproximadamente 70 quilos
Montador de camas de 33 anos viraliza nas redes sociais por consumir pratos com mais de um quilo de comida, principalmente macarrão, no refeitório da empresa em Pernambuco.
Luiz Guilherme da Silva tem 33 anos, trabalha montando camas no Cabo de Santo Agostinho, na região metropolitana do Recife, e come de um jeito que virou assunto na internet. Seus pratos no refeitório da empresa ultrapassam facilmente um quilo — montanhas de comida que chamam atenção não por serem raros, mas por serem sua rotina. Vídeos postados no Instagram mostram o trabalhador sempre com refeições generosas, registrados por Daniel Rodrigues, colega montador na mesma fábrica. O destaque fica com o macarrão, seu alimento preferido, que muitas vezes enterra a carne e o feijão embaixo de uma pilha de massa.
Desde criança, Luiz conta que seu apetite impressiona. Os pratos grandes não são novidade para ele — sempre foram assim. Sua rotina alimentar começa em casa, onde toma café da manhã antes de sair para o trabalho. Quando chega à empresa, faz um "reforço", como ele mesmo diz. Mas é no almoço que a coisa ganha peso de verdade. "Quando eu saio pro trabalho, eu como em casa logo. Aí chego lá e como mais um pouquinho, e na hora do almoço que dou-lhe valendo", explica. Ele sempre gostou de comer, desde pequeno.
O cardápio da empresa varia ao longo da semana — tem dias de sopa, cuscuz, macaxeira — mas a quantidade de comida que Luiz coloca no prato permanece em grandes proporções. Segunda, quarta e sexta são dias de macarrão, seus favoritos. Ele não sabe exatamente quanto consome em cada refeição, mas acredita que os pratos ultrapassem um quilo. Seu peso corporal, segundo sua estimativa, fica um pouco acima dos 70 quilos. Não ganha peso com facilidade, diz, a menos que esteja treinando na academia — o que não acontece há tempos por causa da rotina corrida.
Em casa, morando com a esposa e o filho, os gastos mensais com alimentação chegam a cerca de R$ 800. A companheira prepara grandes quantidades para acompanhar o apetite do marido: um pacote e meio de macarrão por semana, além de vários pães. Luiz não gosta de arroz — sua preferência é clara. "Eu gosto muito de macarrão, eu não gosto de arroz, não. Aí eu peço pra ela fazer e ela faz um pacote e meio. Quando a mulher compra pão, eu como pelo menos seis pães por dia", afirma.
Apesar da repercussão nas redes sociais, Luiz diz que no refeitório da empresa não costuma receber comentários negativos. Os colegas ficam impressionados, pensam que ele não vai conseguir comer tudo, alguns acham que é só para "tirar onda". Mas ninguém fala nada de forma agressiva. Na internet, ele leva os comentários na brincadeira, de forma descontraída. O que mais acontece é a curiosidade de quem vê o prato pela primeira vez — as pessoas querem entender como alguém consegue comer daquele jeito. Para Luiz, é tudo muito engraçado, e ele segue comendo seus pratos gigantes como sempre fez.
Citações Notáveis
Sempre gostei de comer, desde pequeno— Luiz Guilherme da Silva
Na internet, eu acho os comentários engraçados, levo muito na brincadeira, na esportiva— Luiz Guilherme da Silva
A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
Como começou essa história de viralizar nas redes sociais?
Na verdade, foi bem natural. Um colega meu, o Daniel, começou a filmar meus pratos no refeitório e postou no Instagram. As pessoas acharam impressionante e começaram a compartilhar. Mas pra mim, é só meu jeito normal de comer.
Você nunca se preocupou com a saúde, comendo dessa forma?
Não, porque meu corpo não ganha peso fácil. Só engordei mesmo quando estava na academia, treinando. Agora, sem treinar, fico estável. Meu peso fica ali nos 70 e poucos quilos.
E sua família, como lida com isso?
Minha mulher já sabe como eu sou. Ela prepara as quantidades que eu preciso — um pacote e meio de macarrão, vários pães. Ela entende meu apetite. Não é problema pra ela.
Você sente que as pessoas julgam você por comer tanto?
No refeitório, não. O pessoal aqui é novo, não me conhece ainda, então só fica impressionado. Na internet, tem comentários, mas eu levo na brincadeira, na esportiva. Acho engraçado mesmo.
Se pudesse escolher uma refeição perfeita, qual seria?
Macarrão, sem dúvida. Macarrão com carne e feijão. Arroz eu não gosto, nunca gostei. Macarrão é meu alimento preferido desde criança.