Em plena sessão virtual de julgamento, um magistrado mineiro foi surpreendido bebendo vinho da garrafa e acendendo um cigarro com maçarico — gestos que, num instante, colocaram em xeque a solenidade que a Justiça exige de si mesma. O episódio, ocorrido no dia 10 de agosto no Tribunal de Justiça de Minas Gerais, não é apenas uma questão de decoro pessoal: é um espelho sobre o que significa exercer autoridade pública com integridade, mesmo quando as câmeras parecem menos formais do que um salão de julgamento. O TJMG abriu investigação imediata, lembrando que a liturgia da Justiça não se suspende